Artigos

Para onde você está conduzindo sua carreira?

Tenho falado muito, em palestras e com clientes, sobre condução e planejamento de carreira, dois temas que tem tudo a ver com stress e qualidade de vida. A abordagem não traz nada de muito novo ou revolucionário, a não ser uma cutucada forte no tripé iniciativa/autoconhecimento/disciplina. Vamos a ela. Acho espantosa a falta de iniciativa de muitos profissionais. Ao mesmo tempo que aplicam todo seu rigor e tenacidade no trabalho, no que deve ser feito e entregue, na pontualidade e dedicação profissional, pouco ou nada fazem por sua vida pessoal e seu planejamento de carreira. As semanas viram rotinas tediosas de esforço profissional e reclamação pessoal, sem que se faça muito para mudar, para transformar, para redirecionar o trabalho, a carreira e também a vida pessoal. Não está feliz com seu trabalho? Não está aprendendo nada de novo? Tem produzido pouco ou quase nada que se orgulhe? Sua remuneração está aquém do que acha que seu trabalho vale (aqui o exercício de bom-senso é ainda mais importante)? Não se sente sintonizado com seu emprego atual, com o time com quem trabalha ou a empresa onde atua? Se você respondeu “sim” a qualquer uma das perguntas anteriores, responda à esta: o que você tem feito, nos últimos 90 dias, para mudar esta situação? 
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Além do marketing e do proselitismo

O desafio de reverter as mudanças climáticas, proteger o ambiente, garantir a produção de alimentos e o fornecimento de energia para mover o mundo e a economia exige atitudes cada vez mais responsáveis das empresas de todos os setores. Assim, têm cada vez mais valor e reconhecimento as organizações que primam pela produção limpa, racionalização do uso de água e eletricidade, conscientização de seus recursos humanos para uma postura cidadã perante o Planeta e a sociedade e outras práticas inerentes ao conceito de sustentabilidade.  Considerada a importância desse comportamento corporativo, é lícito e justo que as empresas que se pautam por conduta política, social e ecologicamente correta incorporem suas ações nesse campo às suas estratégias de marketing e comunicação institucional. Trata-se de uma iniciativa útil para todos, inclusive no sentido de estimular a multiplicação de projetos sustentáveis. Por outro lado, é condenável fazer o discurso e investir em propaganda quando não se tem algo concreto. Retórica não despolui, não sequestra carbono da atmosfera e, o que é mais grave, não convence todos durante todo o tempo. 
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Jornalismo aberto, livre e maduro

Alguém consegue imaginar que é possível oferecer uma fotografia por inteiro de um episódio se todos os lados não tiverem seu espaço respeitado? A mídia impressa e, em especial, o jornal, é o meio que mais sente o impacto do digital na forma como é consumido e, consequentemente, no modelo de negócio. Tendo em vista a perspectiva pessimista que boa parte dos jornais assumiu para o próprio futuro diante deste cenário é alentador ver o exemplo do The Guardian, jornal inglês, criado em 1821, na cidade de Manchester. Em fevereiro, o veículo já havia causado frisson no mercado publicitário global com o lançamento da campanha “Three little pigs”, criado pela BBH, e que escancara, de forma bem-humorada e com produção impecável o conceito de Jornalismo Aberto, um posicionamento ousado para um veículo com quase 200 anos, mas que faz todo sentido nos dias atuais.  Na semana passada, durante o ­ProXXIma 2012, Piers Jones, gerente de produtos para plataformas digitais do ­The Guardian, compartilhou, de forma detalhada, o que vem a ser esse conceito e como se reflete na entrega do conteúdo nas diversas plataformas hoje disponíveis e de que modo cada uma delas tem seu papel na estratégia de negócios do veículo. Ao lado do Jornalismo Aberto, um outro conceito que tem norteado as coberturas do jornal é o Digital First. “Quando recebemos uma notícia ou informação importante, não existe mais a dúvida de colocá-la na internet ou de guardá-la para o papel. O digital sempre vem à frente”, diz Jones. 
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A dura vida do e-mail em tempos de instantaneidade

Vou confessar uma coisa aqui. Às vezes eu tenho a impressão que estou tratando a minha caixa de e-mails como uma rede social online ou um sistema de mensagens instantâneas. Acho que muitos de nós (perdão se incluo você no meu time) vivemos esse tipo de sensação. Vou explicar melhor... O número de mensagens na minha caixa de entrada é algo absurdo e parece crescer como gremlins. Eu não tenho nenhuma perspectiva que tal situação vá melhorar. Aliás, a tendência é piorar, vou cada vez mais receber e-mails de pessoas que eu não conheço e o spam só aumentará. Aproveito aqui para informar aos meus amigos desconhecidos que o meu nome é Mauro!!! Não é Mario, nem Marcos, Marvio ou coisa parecida. :)  Só existe um meio para gerenciar uma caixa de e-mails que cresce alucinadamente: eu tenho que deletar mais do que recebo. É matemático. Isso parece uma missão quase impossível, mas tal pressão fez mudar o meu comportamento. Atualmente, eu aproveito todos os momentos ao longo do dia para checar os e-mails e acelerar as coisas, seja pelo smartphone, tablet ou pelo próprio notebook. Faço isso no intervalo das reuniões, na parada para o café etc, etc etc. E em outros momentos que tenho vergonha de citar aqui :) 
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